O mercado ilegal já gera prejuízo anual de cerca de R$ 500 bilhões, afetando diretamente a geração de empregos, a arrecadação tributária e o ambiente de negócios, segundo dados do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP). A prática também está associada ao fortalecimento do crime organizado e à ampliação da informalidade.
Diante desse cenário, a Comissão Externa sobre os atos de pirataria e a agenda do Brasil Legal da Câmara dos Deputados realizou, terça-feira (7), um debate sobre os atos de pirataria e a agenda do programa Brasil Legal. O encontro foi promovido no Observatório Nacional da Indústria, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.
A iniciativa reuniu representantes do setor público e privado para discutir os impactos do mercado ilegal — como contrabando, pirataria e fraudes — sobre a economia brasileira, a competitividade das empresas e a arrecadação do Estado.
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) esteve representada pela assessora da Diretoria de Relações Institucionais (DRI), Fabiola Melo, que acompanhou os debates e contribuiu com a visão do setor terciário sobre o tema. “A CNC apoia o trabalho da Comissão externa, acompanha os temas que envolvem o combate à pirataria e o comércio ilegal, e entende o quanto essas atividades são prejudiciais para o setor, ressaltando que o combate à pirataria é um desafio estratégico para o desenvolvimento econômico e tecnológico do Brasil”, afirmou.
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